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Revista 11 | Portal de Moda & Eventos
Instalou-se há cerca de três meses um mau estar no Comitê Provincial do MPLA, em Cabinda, agravado agora com a inclusão de figuras de prestigio local,  como Padre Raul Tati, e o jurista Felix Sumbo, nas listas de candidatos pelas listas da UNITA. Em Luanda, dirigentes do MPLA, já admitem que o partido esteja a observar dificuldades naquela província do enclave embora sem haver ainda plano de resgate. 

Militantes escrevem ao Presidente da República 

 
Em  duas  ocasiões,  duas distintas  correntes de militantes enviaram cartas (que o Club-K teve acesso) destinadas ao Comitê Central e ao Presidente da República e líder do partido, solicitado a intervenção deste para o resgate da província. Nas cartas os militantes são unanimes em atribuir responsabilidades a governadora e primeira secretaria loca, Aldina Matilde da Lomba.
 
 
“Com o alto sentido de consideração, fazemos menção de uma petição enderença a Sua Excelência em 2012,  na qual salientamos situações de muita turbulência e descontentamento na província na província e que de lá para aqui nada alterou na sua essência. Neste momento em que o pais inteiro volta a viver a ânsia do acto que se realiza no mês de Agosto, a nossa província, dado ao clima que se instalou no seio da sua população devido a prepotência e distanciamento governativos, com maior incidência no mandato actual (Aldina Barros da Lomba Catembo), criou-se em certo desinteresse  no seio da população, facto que tem estado a desmotivar  tantos militantes do partido, assim como muitos daqueles que pensam que o futuro de Angola pertence a juventude e esta tem muito que  agradecer a Sua excelência, por tudo que fez e tem estado a fazer por ela e não só, para a sua emancipação e sua formação”, lê-se na carta enviada ao PR, e data de 20 de Março do corrente ano.
 
 
A referida carta   subscrita por cerca de 200 elementos, os seus autores, num tom  de desespero, sugerem ao PR, a mediação do Secretario Itinerante,  Bento dos Santos para se deslocar “in loco”, e confrontar-se com a realidade  interna do partido na província. 
 
 
 “Nós a juventude da província, associando todos aqueles que em nossa volta convivem, viemos solicitar que no quadro das personalidades que eventualmente possam merecer a intenção de escolha de sua Excelência, seja também ortografado o nome do actual membro do Comitê Central do partido, general na reserva e empresário da juventude , o Sr Bento dos Santos “Kangamba”, sublinha os subscritores.
 
 
Numa outra carta, datada de 8 de Maio,   enviada ao Comitê Central do MPLA, e com o assunto “resgate da imagem do nosso glorioso partido na província de Cabinda”, os militantes admitem que o partido esteja a enfrentar dificuldades de mobilização e sugerem a criação de um grupo coeso de trabalho com as organizações da linha da AMANGOLA e Movimento Espontâneo e Igrejas.
 
 
Segundo a carta “o objetivo desta, é de reverter a situação actual junto da massa militante e eleitoral face aos desafios que se avizinham tendo em conta o horizonte temporal para o pleito eleitoral”.
 
 
Os subscritores vão ao ponto  sugerir  a mudança de cabeça de lista para um outro militante local,  André Antônio Mingas descrito como gozando de uma vasta aceitação diante das massas, a fim de contrapor as duas figuras emblemáticas indicadas pelas listas da UNITA.
 
 
“Tornou-se conhecimento que o partido UNITA escolheu como seu cabeça de lista o Sr Padre Tati que será   alimentado   em termos de militantes pelo seu colega Padre Congo”, alertam os militantes admitindo que “esses dois senhores são em certa medida detentores da massa feminina na província”.
 
 
Em reação a esta onda  de contestação e desespero dos militantes do MPLA, a Primeira Secretaria Provincial, Aldina Matilde Barros da Lomba Katembo, convocou uma reunião que  se realizou no dia 17 de Maio passado, em que surgiram acusações de conspiração interna. O militante   André Antônio Mingas foi alvo dos ataques da governante. 
 
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Estação de Carnaxide afirma que está preocupada "com a liberdade de informação", no caso da exclusão da SIC Internacional e SIC Notícias da rede angolana de TV por subscrição
A SIC "preocupa-se essencialmente com a liberdade de informação" e prestação "de serviços de qualidade", pelo que não se enreda "em 'tertúlias' nas redes sociais", disse hoje fonte oficial, depois dos comentários da empresária angolana Isabel dos Santos.
A dona da distribuidora angolana de televisão por subscrição Zap escreveu hoje que "a SIC é muito cara" e que a exclusão dos canais do grupo português Impresa é uma decisão comercial.
Fonte oficial da estação de Carnaxide afirmou hoje que "a SIC preocupa-se essencialmente com a liberdade de informação e com a prestação de serviços de qualidade aos seus clientes", pelo que "não vai, por isso mesmo, deixar-se enredar em 'tertúlias' nas redes sociais".
"A inconfessável ganância comercial do milionário Pinto Balsemão. Em Angola quer encaixar pela SIC um milhão de euros/ano. A comparar com a BBC 33 mil euros/ano ou a Al Jazeera 66 mil euros/ano", escreve Isabel dos Santos.
Sem nunca se referir diretamente às decisões de exclusão da grelha das duas distribuidoras que operam em Angola (Zap e DStv) daqueles dois canais do grupo Impresa, presidido por Francisco Pinto Balsemão, Isabel dos Santos afirma que "a razão é comercial e não política".
"A SIC é muito cara", conclui a empresária, no mesmo texto, escrito em português, inglês e francês.
Desde a meia-noite de segunda-feira que a operadora de televisão por subscrição Multichoice, através da plataforma internacional DStv, deixou de transmitir os canais SIC Notícias e SIC Internacional África em Angola.
Esta decisão é semelhante à tomada anteriormente pela Zap, outra das duas operadoras generalistas em Angola, que em 14 de março interrompeu a difusão dos canais SIC Internacional e SIC Notícias nos mercados de Angola e Moçambique, o que aconteceu depois de o canal português ter divulgado reportagens críticas ao regime de Luanda.
A Multichoice África, que tem a plataforma DStv, fornece serviços de televisão pré-paga de canais digitais múltiplos contendo canais de África, América, China, Índia, Ásia e Europa, por satélite.
Já a Zap, que iniciou a sua atividade no mercado angolano em abril de 2010, é atualmente a maior operadora de TV por satélite em Angola.
A operadora portuguesa NOS detém 30% da Zap, sendo o restante capital detido pela Sociedade de Investimentos e Participações, da empresária angolana Isabel dos Santos.
A maioria do capital da NOS é detido pela ZOPT, 'holding' detida pela Sonae e por Isabel dos Santos.
Os restantes canais do grupo português, SIC Mulher, SIC Radical, SIC Caras e SIC K, continuam a ser transmitidos normalmente em Angola.
Na segunda-feira, a SIC disse ser "totalmente alheia" ao facto de os canais SIC Notícias e SIC Internacional África terem deixado de ser transmitidos pela plataforma DStv em Angola, acrescentando que a transmissão dos dois canais se mantém em Moçambique através da DStv.
Também na África do Sul a DStv continuará a exibir a SIC Internacional África
Angola vive, atualmente, um clima de pré-campanha eleitoral, com o aproximar das eleições gerais de 23 de agosto, às quais já não concorre José Eduardo dos Santos, Presidente da República desde 1979.

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Há políticos, militares e empresários angolanos (ligados a sua majestade o rei José Eduardo dos Santos) que – entre outros sumptuosos excessos – gastam milhares de dólares para assistir a jogos de futebol em Portugal. Mas Angola não vive um dramático clima de crise? A crise, como todas, só atinge os escravos…

Apesar da crise económica e financeira que afecta os angolanos, algumas figuras da elite angolana costumam alugar jactos ou viajar em aparelhos privados para assistir a grandes jogos de futebol em camarotes de estádios em Portugal.
A informação é confirmada por várias fontes ouvidas pela DW África que, por uma questão se vida, preferem manter o anonimato. Se o não fizessem chocariam com muitas das balas perdidas que vagueiam nos céus de Angola e que, por uma questão “genética”, só conseguem acertar nos inimigos do regime.
Parte dos jactos aterra no Aeroporto da Portela, na capital portuguesa, Lisboa, e aplacam no antigo Terminal Aéreo Militar de Figo Maduro. Outros vão para o Aeródromo de Tires, em Cascais. Além de Portugal, o Brasil é outro dos destinos das altas individualidades da elite angolana que viajam em jactos privados para fins diversos, revelou uma fonte militar abordada pela DW.
Um voo desta natureza para Lisboa, adianta a mesma fonte, pode custar por pessoa entre 10 mil a 15 mil dólares. De acordo com uma empresa portuguesa que presta serviços nesta área, o preço real do aluguer do aparelho Luanda-Lisboa para 14 lugares VIP, já incluindo taxas e mordomias, ultrapassa os 50 mil euros (só ida mais três noites), dependendo do tempo de estadia.
De acordo com uma das edições do “Correio Angolense”, no final da primeira Liga portuguesa de futebol, entre o Benfica e o Vitória de Guimarães, registou-se “um movimento inusitado de aviões a jacto executivos saídos de Angola”, que transportaram para Lisboa políticos, oficiais-generais e empresários, entre outros. Na altura, o Aeroporto de Figo Maduro terá recebido dezenas de aviões de pequeno porte provenientes de Luanda.
A DW quis confirmar as informações, mas recebeu uma resposta evasiva por e-mail do departamento de relações públicas daquela infra-estrutura, sob a tutela da Força Aérea Portuguesa: “Infelizmente não será possível à Força Aérea acolher a sua solicitação”.
A ANA – Aeroportos de Lisboa também não avança muita informação, referindo apenas que “atendendo à indisponibilidade de slots, o Aeroporto Humberto Delgado deixou de receber aviação executiva”. Por e-mail, a empresa remeteu-nos para o Aeródromo de Tires, em Cascais, por ser “esta infra-estrutura que tem recebido este tipo de movimentos”.
O que inquieta o ex-primeiro ministro angolano Marcolino Moco é que estes luxos decorrem numa altura em que Angola enfrenta uma forte crise económica e financeira, provocada pela queda do preço do petróleo no mercado internacional.
Mas “há coisas piores em Angola”, considera Marcolino Moco. Como, por exemplo, o facto de o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, ter nomeado a sua própria filha como presidente da Sonangol, “a empresa mais importante do país, que é uma empresa pública”, frisa.
“O que é escandaloso é terem sido instituídas no país estruturas ao serviço de uma família só”, afirma o ex-primeiro-ministro, lembrando que “não é só a Constituição em si que já dá poderes excepcionais a um Presidente da República, mas sobretudo a própria prática”.
Em Angola, acrescenta, “o que há são ordens superiores” e o próprio Presidente da República “é que instituiu esse tipo de regime e então criou super-homens, super-endinheirados, super-tudo”.
Ouvido pela reportagem da DW, o nosso director, William Tonet, afirma que esta é uma prática rotineira do novo-riquismo em Angola, demonstrada por figuras ligadas ao poder. “Os novos ricos angolanos têm uma série de jactos particulares. Grande parte dos ministros não viaja em aviões de carreira quando se desloca ao exterior”, referiu William Tonet.
“E como não há essa noção do que é gerir um Estado, as pessoas acham absolutamente normal que, diante do sofrimento e das dificuldades da maioria, consigam que os bancos transfiram dinheiro para pagar sobrevoos, subestadias e tripulações, durante o tempo que eles entenderem”, lamentou o director do Folha 8.
Para William Tonet, fazer uma viagem internacional num avião particular não é de “bom tom” num país em crise e deveria merecer uma reflexão crítica mesmo no interior do partido do poder, o MPLA.
“E isto do Benfica é uma aberração quando efectivamente muitos desses dirigentes só precisavam de emprestar um pouco de carinho às equipas angolanas para o campeonato interno ser bem melhor”, concluiu Tonet.

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Houve protestos contra Trump em Nova York durante o fim de semana

As livrarias nos Estados Unidos estão se transformando em centros de resistência política ao presidente Donald Trump. Elas promovem debates sobre justiça social e organizam grupos de ação para provocar o novo ocupante da Casa Branca.

No movimento de protesto que surgiu à esquerda, assim que Trump tomou posse em janeiro, as livrarias entraram na guerra e assumiram papéis que vão desde simples locais de encontro a verdadeiras salas de luta política.

Enquanto as grandes cadeias, como a Barnes & Noble, que têm clientes em todas as camadas, se afastaram do campo político, as livrarias independentes, com um núcleo mais reduzido de clientes, foram se envolvendo cada vez mais na luta política.

"Muitas pessoas afirmam que viramos as nossas lojas para a revolução”, disse Hannah Oliver Depp, gerente de operações da rede Word, que tem livrarias em Nova Jersey e Nova Iorque, em declarações ao jornal The New York Times.

Resistência

Uma das iniciativas dos quais participou, e que reuniu centenas de pessoas, convidava os clientes a escrever postais aos governantes, tendo ela própria escrito ao senador Cory Booker de Nova Jersey, agradecendo pela sua resistência contra a administração Trump.

Em St. Louis, no Missouri, os donos de livrarias planejaram eventos com escritores para reverter os lucros a favor dos refugiados, e muitas lojas estão divulgando, para os clientes, informações como as escolhas de Trump para os gabinetes, a ameaça de cortar o financiamento para as cidades-santuário ou a proibição de entrada de refugiados e de muçulmanos nos Estados Unidos.

Por todo o país, livrarias independentes encheram as suas janelas e estantes com livros emblemáticos como "1984", de George Orwell, "It Can’t Happen Here” ("Não pode acontecer aqui"), de Sinclair Lewis, e outras obras sobre política, fascismo, totalitarismo e justiça social.

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Uma mulher portuguesa de 33 anos foi condenada a seis anos e oito meses de prisão por agredir seu filho de apenas 1 ano e dois meses. Sem amor ao pequeno, a mulher mostrou-se não estar arrependida com o que fez durante o julgamento, no tribunal de Santarém, Lisboa. 
Raquel Silva de 33 anos, durante uma colectiva de Juízas que leu nessa quarta-feira (16), as versões apresentadas pala arguida ao tribunal e considerou ser uma atitude ‘agressora’ completamente inverosímil, parcial e incoerente da mulher que ainda se manteve tempo todo de cabeça erguida e despreocupada, sem mostrar qualquer arrependimento do estado de seu filho de apenas 1 ano e dois meses.  .

O violência contra o menor terá acontecido em 2010, quando Raquel ainda vivia com seu marido Ezequiel Oliveira que a mesma acusava-o de maus tratos e que se suicidou. Raquel contou ao tribunal que seu filho havia caído de uma cama com mais de 60 centímetros de altura e embatido com a cabeça no chão quando era levada as pressas ao hospital depois de seu marido ter-lhe agredido gravemente.
Mas o pequeno apresentava outros ferimentos graves como hematomas no crânio, lesões nos ossos, sinais de síndrome de que foi sacudido com muita força durante agressão, equimoses por toda parte do corpo e marcas de dentes de um adulto, que fez ser submetido a uma crâniectomia descompressiva.
Raquel Silva, tem ainda mais três filhos do seu primeiro relacionamento antes de viver com Ezequiel, que na qual tiveram duas filhas que foram colocados em um Centro de Acolhimento Temporário. Alem de receber uma pena de apenas 6 anos e 8 meses, a mulher também foi condenada à pena acessória de inibição do exercício das responsabilidades parentais.
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Benguela - O ministro do Interior, Ângelo Veiga Tavares, anunciou nesta sexta-feira, na província de Benguela, a existência de um projecto orientado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que visa melhorar o sistema de segurança no país.

ÂNGELO VEIGAS TAVARES - MINISTRO INTERIOR (ARQ)
FOTO: ROSÁRIO DOS SANTOS
Ao intervir na cerimónia de apresentação do novo delegado do Interior e comandante provincial da Polícia Nacional em Benguela, comissário Elias Dumbo Livulo, informou que o projecto será implementado ainda este ano.
Sem avançar dados adicionais, o governante afirmou que a província de Benguela não está de fora desse projecto.
Ângelo Veigas Tavares solicitou, por outro lado, que os magistrados judiciais e o governo provincial passem a dar maior apoio ao novo comandante, visando melhorar o desempenho das funções face aos desafios que o país vai testemunhar.
O novo delegado do Interior e comandante provincial da Polícia Nacional em Benguela foi apresentado quinta-feira aos membros do governo, magistrados judiciais, conselhos consultivos da delegação do Interior e da Polícia Nacional.
No mesmo acto, o vice-governador provincial para a área Técnica e Infra-estruturas, Victor Sardinha Moita, manifestou, em nome do governo, disponibilidade de apoiar o novo comandante, visto que a província prepara-se para o período eleitoral.
O comissário Elias Livulo desempenhou antes as mesmas funções na província do Huambo.
Em Benguela, substitui o comissário-chefe Simão Tomás Queta, que vai dirigir o comando nacional da Polícia de Intervenção Rápida (PIR), em Luanda.
O novo comandante foi ainda apresentado aos membros dos conselhos consultivo da delegação do Interior e da Polícia Nacional.
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Jair Bolsonaro (PSC-JR) ficaria com apenas 11,3% da intenção dos votos, Marina com 11,8% e Lula, na frente, com 30,5%


A pesquisa foi realizada entre os dias 8 a 11 de fevereiro e 2.002 pessoas foram ouvidas em 138 municípios. Foto: José Cruz/Agência Brasil




O ex-presidente Lula venceria a disputa com os seus adversários se as eleições presidenciais fossem hoje. Isso é o que afirma a pesquisa CNT/MDA divulgada nesta quarta-feira pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-JR) ficaria com apenas 11,3% da intenção dos votos, Marina com 11,8% e Lula, na frente, com 30,5%. Aécio Neves (PSDB-MG), Ciro Gomes (PDT-CE) e o presidente Michel Temer também ficariam atrás com 10,1%, 5% e 3,7% das intenções de votos, respectivamente.

Tais resultados foram alcançados quando todos os nomes dos candidatos. Por outro lado, sem citar ninguém, o cenário permanece o mesmo. Ainda tendo Lula como favorito, ele lidera 16,6% da intenção de votos, deixando pra atrás Bolsonaro, com 6,5% e Aécio em terceiro, com 2,2%.

De acordo com o presidente da CNT, Clésio de Andrade, o fato da pesquisa ter sido realizada após a morte da ex-primeira-dama Marisa Letícia também pesa a favor de Lula. "Não tem dúvida. Estamos chegando à conclusão de que todos os aspectos pesaram. O passionalismo, a comoção e provavelmente alguma coisa de saudade dos bons tempos do Lula", considerou.

Segundo informações do Estadão, a pesquisa foi realizada entre os dias 8 a 11 de fevereiro. 2.002 pessoas foram ouvidas em 138 municípios de 25 unidades federativas de todas as regiões. Faz parte da margem de erro 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.
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A Polícia Nacional angolana procedeu ao resgate de 38 cidadãos angolanos, na fronteira de Santa Clara, no município de Ombadja, província angolana do Cunene, cujo destino era a Namíbia para trabalhos forçados.
A informação, avançada nesta segunda-feira (13), à agência Lusa pelo porta-voz da polícia do Cunene, intendente Piedade Pombal, dá conta ainda que os 38 cidadãos iriam trabalhar em fazendas agrícolas, construção de obras, comércio, exploração mineira e tarefas domésticas.

Segundo Piedade Pombal, o resgate resulta de duas operações realizadas sexta-feira e domingo, que resultou igualmente na detenção de sete cidadãos implicados no caso, dos quais dois de nacionalidade namibiana.
O responsável policial referiu que entre o grupo, de ambos os sexos, encontravam-se quatro crianças, a mais nova com 11 meses.
“Um dos resgates foi um trabalho investigativo no Ombadja, já vínhamos trabalhando no caso e culminou com o corte e o outro foi por tentativa de passarem a fronteira e como nós já estamos atentos a estas situações então fizemos o corte, mas quase que no território aduaneiro já”, explicou o porta-voz da polícia no Cunene.
O responsável acrescentou que na operação de Ombadja foram resgatadas 18 pessoas e as restantes na tentativa de passar a fronteira de Santa Clara.
Piedade Pombal disse que as autoridades angolanas estão a trabalhar com as suas congéneres da Namíbia para saber qual era o principal destino dessas pessoas.
“Geralmente tem sido esta prática, eles recebem algum valor por transportarem essas pessoas para lá. Isso é que nós estamos a tratar agora com a outra parte para saber qual era o principal destino, mas nós sabemos que os elementos do tráfico de pessoas, têm os três elementos, aliciamento, transporte e valores, tudo isso está presente”, frisou.
Lusa

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Um supremo tribunal do Paquistão aboliu, esta segunda-feira, as celebrações relativas ao “Dia dos Namorados” em todo o país, assim como a sua promoção nas redes sociais, depois de ter aceite uma petição que defendia tratar-se de uma celebração anti-islâmica.
A petição foi submetida por um cidadão, onde sustentava que o Dia dos Namorados não fazia parte da tradição muçulmana, devendo ser proibida a sua divulgação nos meios de comunicação social e nas redes sociais.

O Supremo Tribunal de Islamabad aceitou a petição e emitiu a sua decisão: o governo deve implementar a proibição das celebrações do Dia dos Namorados “com efeito imediato”.
O Dia dos Namorados sempre foi um evento controverso no Paquistão mas esta é a primeira vez que o um tribunal delibera sobre a sua celebração.
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"Em apenas 24 horas, as pessoas começaram a matar, a assaltar lojas e a fazer arrastões", é assim que David Gravato descreve o início de uma das semanas mais violentas da história da cidade de Vitória, no Estado do Espírito Santo, no Brasil.

Já morreram mais de 70 pessoas desde sexta-feira, quando os familiares da polícia militar de Vitória iniciaram um protesto, impedindo os polícias de saírem das esquadras, contra a falta de investimento em segurança. "Logo na sexta-feira houve alguns focos de confusão, mas foi no sábado que se instalou o caos", conta, ao JN, Davide Gravato, analista de redes sociais, que vive no Brasil, desde 2015.

GREVE DE POLÍCIAS LEVA A ONDA DE VIOLÊNCIA E SAQUES NO BRASIL

VÍDEO
Por se tratar de uma profissão de serviço público, os polícias militares não podem fazer greve e têm sido os familiares a liderarem os protestos. O presidente do Sindicato de Polícias Civis estadual, Jorge Emiliano, disse, à agência EFE, que a cidade estava mergulhada "num verdadeiro terror", no que diz respeito à segurança. Nas ruas, para além das mortes, há roubos e espancamentos diários.

Sem policiamento, são vários os relatos de pessoas que vão fazendo justiça com as próprias mãos, depois de apanharem os ladrões.

É neste clima de violência e medo que muitos habitantes se escondem em casa. Apesar de viver numa das zonas mais sossegadas daquela cidade, Davide não sai de casa desde sexta-feira, nem para comprar comida. "Os supermercados encerraram, está tudo fechado. Mesmo que saísse à rua para ir às compras, regressava de mãos vazias, porque não há nada aberto", explica.

APÓS TRÊS DIAS COM POLÍCIAS EM GREVE CIDADE CONTA 62 MORTES E CHAMA EXÉRCITO

"As pessoas estão com medo. Eu vivo no bairro mais seguro da cidade, mas a apenas 10 minutos de minha casa, dois jovens foram assassinados. Tudo indica que aconteceu durante um assalto", refere.

Chegada do exército aplaudida por populares

Sem polícia nas ruas, foram enviados para Vitória mais de 200 soldados do exército, que começaram a atuar logo na segunda-feira.

A chegada dos militares foi celebrada pelas pessoas, nas janelas de casa, com palmas e gritos de coragem.


"Nós iniciamos, na segunda-feira, com um efetivo disponível de 250 homens e com os reforços que chegaram na terça-feira das tropas do Rio de Janeiro do Exército e da Marinha do Brasil. Temos em torno de mil homens nesse trabalho que será complementado pelo pessoal da Força Aérea que deverá chegar esta quarta-feira", disse, ao Folha de Vitória, Mauro Sinott Lopes, comandante da Primeira Divisão do Exército.

"A chegada do exército melhorou um pouco as regiões mais estratégicas de Vitória, mas a violência engloba muitas outras áreas, que eles não conseguem controlar. As pessoas pensavam que iam resolver o problema, mas são poucos", refere Davide. "Não acredito que as coisas normalizem antes do próximo fim de semana. Hoje tentei encomendar comida por telefone, mas ninguém atende. Os comerciantes continuam cheios de medo", explica.

Também a circulação nos transportes públicos continua limitada e na manhã desta quarta-feira não havia autocarros na rua. O Sindicato dos Transportes Rodoviários alertou de que não existe nenhuma data prevista para os motoristas regressaram ao trabalho, devido ao receio de assaltos e de outros crimes mais violentos.

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Donald Trump na Sala Oval. À direita, Reince Priebus e Steve Bannon trocam impressões, mas há um conflito em aberto entre os dois

Estrutura de poder propicia conflito entre detentores de diferentes cargos. Conselheiro de Trump surge em posição forte.
Reince Priebus e Steve Bannon são duas das pessoas que mais perto estão de Donald Trump, de forma direta e imediata. Com o vice-presidente Mike Pence e com o genro do presidente e seu conselheiro, Jared Kushner, são considerados das figuras mais poderosas na Casa Branca, ouvidas sempre que se toma uma decisão. E estão em guerra entre si.
As notícias de um conflito entre Priebus e Bannon, respetivamente o chefe de gabinete da Casa Branca e o conselheiro principal de Trump, começaram a surgir no início de fevereiro, dando conta da forma distinta como os dois homens gerem as situações políticas das quais têm responsabilidade. E de como aconselham Trump quando este lhes solicita opinião. Um texto publicado dia 3 na The New Yorker, intitulado "A guerra de Steve Bannon e Reince Priebus pela Casa Branca", refere que a "influência" do primeiro "está a crescer". O texto afirma que antigos colaboradores de Bannon na Breitbart News estão a ser integrados na Casa Branca e a sua porta-voz, Alexandra Preate, é dada como futura chefe de gabinete do conselheiro principal de Trump. O que a The New Yorkerinterpreta "como um movimento para criar um feudo fora do controlo de Priebus".
Segunda-feira, o The New York Times escrevia que Trump está "irritado" por não ter sido "devidamente informado" de todas as implicações de ter nomeado Bannon para o Conselho de Segurança Nacional. Uma decisão que, segundo o mesmo diário, permite àquele "posicionar-se... como presidente de facto".
Ontem, no programa da manhã da MSNBC, o apresentador, Joe Scarborough, republicano e considerado bem informado, afirmou que "talvez seja Bannon quem está a tomar todas as decisões". A afirmação de Scarborough, cujo programa "é visto religiosamente" pelo presidente, segundo o Politico, motivou uma mensagem irritada no Twitter, com Trump a escrever: "Sou eu que tomo as minhas próprias decisões (...) e todos sabem isso. Alguns media de NOTÍCIAS FALSAS, [numa estratégia] de marginalização, mentem!" No início da semana, a revista Timefez capa com Bannon, sob o título "O grande manipulador". Para o republicano Newt Gingrich, antigo presidente da Câmara dos Representantes e apoiante de Trump, Bannon "quer ser o intelectual, o estratego incendiário", enquanto Priebus é a pessoa da organização, do método, do fazer bem.
O texto da The New Yorker dá como exemplo dessas diferenças o facto de a ordem executiva de Trump, que interdita a imigração de nacionais de sete Estados muçulmanos, ter sido inspirada por Bannon, ao passo que a escolha de Neil Gorsuch para o Supremo Tribunal teve influência de Priebus. Críticos de Trump entre os republicanos e os democratas reconhecem o jurista como adequado para o Supremo. No entanto, Priebus foi mais criticado pelos efeitos da ordem executiva sobre a imigração. Para um próximo do chefe de gabinete da Casa Branca, citado naThe New Yorker, Priebus e Bannon, cada um deles, "gostaria de estar no comando e fazer as coisas sem entraves".
A revista cita ainda uma fonte próxima de Bannon que tenta minimizar o confronto entre os dois homens, mas recorrendo a um argumento que demonstra como é real o choque entre os dois: Bannon "já disse que não quer o lugar de Reince". Porque não precisa de ser chefe de gabinete para ter a atenção do presidente.
Conflito à parte, a estrutura de poder hoje vigente na Casa Branca, em que o chefe de gabinete tem, na prática, de competir com outros elementos da equipa, sem os controlar, revelou-se desastrosa no passado, recorda a The New Yorker, com o republicano Gerald Ford e com o democrata Jimmy Carter.
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A Samsung SDI – subsidiária da companhia sul-coreana e responsável pelas baterias que abrangem a família Galaxy – sofreu um novo impacto delicado na China esta semana.
Depois de ficar em um cenário negativo com todo amargo espólio deixado pelo Note 7 no último ano, a parceira da Samsung atualmente continua lutando em prol de recuperar a confiança dos consumidores, e por ora, os exemplos mais recentes de módulos produzidos pela SDI estão presentes na linha Galaxy A deste ano.


Com base nas publicações feitas na plataforma social Weibo, um porta-voz da Samsung SDI relata que houve um incêndio na fábrica no norte do país asiático, contudo, o incidente foi em menor escala e felizmente ninguém se feriu.
Veja as fotos abaixo (clique nas imagens para ampliá-las):
As fotografias registradas mostram a nuvem de fumaça escura cobrindo parte do horizonte, e o executivo Shin Yong-doo, da Samsung SDI, ainda confirmou que o incêndio da fábrica de Tianjin não afetou o setor de produção.
Com o incidente, em nota a equipe também reforçou que a instalações onde as baterias são fabricadas não foram comprometidas, e o fogo se propagou apenas em um depósito de resíduos.
Lembrando que a Samsung SDI é o nome que também aparece para as baterias exclusivas que chegarão com a família Galaxy S8 neste ano, apesar que alguns rumores apontem que a Samsung vai investir em outra empresa do Japão – a Murata Manufacturing – mas claro, nada foi confirmado oficialmente até o momento.