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Revista 11 | Portal de Moda & Eventos

Estação de Carnaxide afirma que está preocupada "com a liberdade de informação", no caso da exclusão da SIC Internacional e SIC Notícias da rede angolana de TV por subscrição
A SIC "preocupa-se essencialmente com a liberdade de informação" e prestação "de serviços de qualidade", pelo que não se enreda "em 'tertúlias' nas redes sociais", disse hoje fonte oficial, depois dos comentários da empresária angolana Isabel dos Santos.
A dona da distribuidora angolana de televisão por subscrição Zap escreveu hoje que "a SIC é muito cara" e que a exclusão dos canais do grupo português Impresa é uma decisão comercial.
Fonte oficial da estação de Carnaxide afirmou hoje que "a SIC preocupa-se essencialmente com a liberdade de informação e com a prestação de serviços de qualidade aos seus clientes", pelo que "não vai, por isso mesmo, deixar-se enredar em 'tertúlias' nas redes sociais".
"A inconfessável ganância comercial do milionário Pinto Balsemão. Em Angola quer encaixar pela SIC um milhão de euros/ano. A comparar com a BBC 33 mil euros/ano ou a Al Jazeera 66 mil euros/ano", escreve Isabel dos Santos.
Sem nunca se referir diretamente às decisões de exclusão da grelha das duas distribuidoras que operam em Angola (Zap e DStv) daqueles dois canais do grupo Impresa, presidido por Francisco Pinto Balsemão, Isabel dos Santos afirma que "a razão é comercial e não política".
"A SIC é muito cara", conclui a empresária, no mesmo texto, escrito em português, inglês e francês.
Desde a meia-noite de segunda-feira que a operadora de televisão por subscrição Multichoice, através da plataforma internacional DStv, deixou de transmitir os canais SIC Notícias e SIC Internacional África em Angola.
Esta decisão é semelhante à tomada anteriormente pela Zap, outra das duas operadoras generalistas em Angola, que em 14 de março interrompeu a difusão dos canais SIC Internacional e SIC Notícias nos mercados de Angola e Moçambique, o que aconteceu depois de o canal português ter divulgado reportagens críticas ao regime de Luanda.
A Multichoice África, que tem a plataforma DStv, fornece serviços de televisão pré-paga de canais digitais múltiplos contendo canais de África, América, China, Índia, Ásia e Europa, por satélite.
Já a Zap, que iniciou a sua atividade no mercado angolano em abril de 2010, é atualmente a maior operadora de TV por satélite em Angola.
A operadora portuguesa NOS detém 30% da Zap, sendo o restante capital detido pela Sociedade de Investimentos e Participações, da empresária angolana Isabel dos Santos.
A maioria do capital da NOS é detido pela ZOPT, 'holding' detida pela Sonae e por Isabel dos Santos.
Os restantes canais do grupo português, SIC Mulher, SIC Radical, SIC Caras e SIC K, continuam a ser transmitidos normalmente em Angola.
Na segunda-feira, a SIC disse ser "totalmente alheia" ao facto de os canais SIC Notícias e SIC Internacional África terem deixado de ser transmitidos pela plataforma DStv em Angola, acrescentando que a transmissão dos dois canais se mantém em Moçambique através da DStv.
Também na África do Sul a DStv continuará a exibir a SIC Internacional África
Angola vive, atualmente, um clima de pré-campanha eleitoral, com o aproximar das eleições gerais de 23 de agosto, às quais já não concorre José Eduardo dos Santos, Presidente da República desde 1979.

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O Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Angola notificou há poucos dias  o ativista Manuel Chivonde Baptista “Nito Alves” para comparecer, neste domingo, 21,  junto ao seu departamento de crimes selectivos  para prestar declarações em torno do processo 551/016-06.

Para prestar declarações no domingo 

Especialistas contactados pelo Club-K, alertam que o SIC está a cometer uma irregularidade tendo em conta que a lei determina que os cidadãos só podem ser chamados para depor  em  dias úteis.  “Sábado,  domingos e feriados, não são praticado”, alerta uma das  fontes consultadas.
O aviso de notificação assinado pelo superintendente-chefe Humberto Frade adverte em letras   a vermelho que a “falta é punida nos termos da lei”.
De acordo com registro, os órgãos de investigação   em Angola tem a reputação de realizar convocações em dias não uteis que resultam e detenção arbitraria dos visados como forma de retaliação contra os seus alvos. 
   
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Luanda - A Sonangol tem estado a pagar  as  propinas da  creche do filho de Sarju Raikundalia, um  cidadão britânico nomeado administrador não executivo da petrolífera estatal e  principal colaborador de Isabel dos Santos para os assuntos financeiros. O assunto tem gerado criticas e reparos em meios da empresa, por se considerar que estas despesas contrariam os objetivos do  chamado programa “ Sonangol light” da PCA Isabel dos Santos destinado a reduzir os custos da petrolífera. 
 
Fonte: Club-k.net

Isabel dos Santos desfalca petrolífera  estatal 
 
Até 16 de Fevereiro a Sonangol não havia feito o pagamento da Creche do filho de  Sarju  Raikundalia levando com que o mesmo protestasse junto da direção de finanças, encabeçada por Vanessa Borges da Costa. 
 
 
Na mesma semana  um outro administrador executivo   Cesar  Paxi Manuel João Pedro reclamou também atraso no pagamento da creche dos seus filhos. Para não prejudicar os menores,  Cesar Paxi predispôs- se em  adiantar com o pagamento do seu próprio bolso  e depois remeter as faturas a direção de finanças da Sonangol para o respectivo reembolso. 
 
 
Em meios da empresa há  vozes a protestar alegando que não há necessidade de a Sonangol ter a obrigação de pagar creches dos filhos dos  administradores e colaboradores de Isabel dos Santos visto que a própria empresa  dispõe  de uma creche que poderia servir para os filhos dos membros do conselho de administração. 
 
 
A Sonangol está a viver desde o ano passado um processo de restruturação que de acordo com um pronunciamento do Presidente José Eduardo dos Santos em Dezembro  último  “esta no bom caminho”.
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 A  concepção  de que o general João Manuel   Lourenço poderá vir ser um líder diferente aos restantes presidentes  africanos (caso seja eleito, nas próximas eleições,  Presidente da República de Angola) é elucidada com o registro de um antecedente em que teria negado o pedido de negócio do seu primogênito. 
 
Fonte: Club-k.net
Isto é, logo após a sua nomeação como ministro da Defesa Nacional, o seu filho mais velho apresentou-lhe uma proposta   que visava colocar uma empresa   no sistema de fornecimento de  logística  das Forças Armadas Angolanas (FAA). O ministro rejeitou o pedido  tendo apresentando  ao filho os seus argumentos. 
 
 
Para além do filho, o ministro   João Lourenço   rejeitou outros pedidos do gênero de altos funcionários do regime e de colegas do partido. No caso de algumas insistências argumentava que poderia aceitar   caso o pedido viesse acompanhando com uma orientação 
por escrito do chefe do executivo, José Eduardo dos Santos, a quem deve obediência institucional. 
 
 
O sistema de  logística  das FAA esteve no passado sob responsabilidade de uma empresa  estatal, a SIMPROTEX-EP. Mais tarde, a Casa Militar do general Manuel Vieira Dias “Kopelipa”  substituiu por uma empresa privada, de donos libaneses, a  CAMARUF, que a dada altura fornecia  100% da logística para as tropas angolanas. 
 
 
Com a entrada de João Manuel   Lourenço  no sector da Defesa, o novo  ministro passou a defender que o sistema de fornecimento de logística fosse devolvido a estatal  SIMPROTEX-EP, e não aos libaneses conotados ao Chefe da Casa Militar da PR.
 
 
João Lourenço, é um dos dirigentes mais prestigiados e respeitado do regime angolano. A sua posição em distanciar-se de praticas de trafico de influencia e de  restituir algumas normalidades quando ao funcionamento do sector da Defesa, em Angola,  foi  vista como instrumento de catalização da sua afirmação como Ministro da Defesa. O seu antecessor, Cândido Pereira Vandúnem, tinha dificuldades em se impor diante do general Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, razão pela qual foi ao seu tempo, que lhe impuseram fornecedores  libaneses na distribuição da logística do exercito.
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O actual ministro dos petróleos de Angola, José Maria Botelho de Vasconcelos manifestou, em fórum competente, o    interesse de ver o seu nome fora das listas de candidatos a deputados do MPLA, em função da sua vontade de  não voltar a fazer parte do próximo executivo,  em caso de vitória nas urnas do partido no poder.
 
Fonte: Club-k.net
O governante revela-se decidido   em  reformar-se da vida política e dedicar-se aos seus  interesses  privados, com destaque  a  negócios  do ramo  petrolífero.  Em Agosto de 2015, o  ministro Botelho   através de dois filhos  (Nataniel Lutuima Quaresma Ribas “Luto” e Adílio Quaresma Botelho de Vasconcelos Botelho )  passou a deter participações na petrolífera estatal Cabinda Oil, que era até  então  detida por Zeferino Cassa Iombo, ex- ministro dos petróleos da década de oitenta. 
 
 
Para além dos  dois filhos,   entraram   também no negocio, uma “testa de ferro”,  Amélia da Silva Neto “Melly”, descrita como sobrinha da sua esposa Guiomar Neto e outros sócios angolanos  como Maria Piedade Pita e Elvira Raquel Gois “Varita”, ambas também “testas de ferro”  de terceiros. 
 
 
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Um alto funcionário do Serviço de Inteligência Externa  de Angola (SIE), Azevedo Xavier Francisco “Xavita” (na foto) foi citado numa publicação que aborda operações de espionagens ocorridas em território português. 
Lançado em 2015, em Lisboa, este livro de  autoria de António José Vilela tem como titulo de capa “Os códigos e as operações dos espiões Portugueses”. O operativo angolano é citado na pagina na pagina 130 do capitulo “Os negócios angolanos sob vigilância e a burla milionária que trouxe os espiões de Angola a Portugal”.

 
 
Segundo o livro “Era também ele que tinha a missão a fama de exercer  as missões especiais encobertas definidas pelo  Presidente angolano”, le-se no livro a respeito do quadro angolano.
 
 
Azevedo Xavier Francisco “Xavita” que há cinco anos  foi promovido a tenente-general exerceu no passado o cargo de adido militar junto a embaixada de Angola em paris. A data do afastamento do general Fernando Garcia Miala, ele seria chamado para regressar a Luanda para chefiar a direção Europa e Ásia do SIE. É desde  Setembro  de 2009, o diretor adjunto do SIE, em substituição de Gilberto Verissimo. 
 
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A angolana Paula Nascimento, faz parte de uma equipa de criadores que está a preparar uma linha de imobiliário e decoração para a marca  sueco,   mundialmente conhecido e uma das maiores redes, IKEA.
Em 2019, a  IKEA vai apresentar ao mundo,  uma nova coleção exclusivamente africana. Dentre os vários países que terão a honra de participar desta criação, Angola será representada por Paula Nascimento.

Como a ideia surgiu através da parceria com o Design Indaba Festival 2017, que vai decorrer entre 1  a 4 do mês seguinte na Cidade do Cabo, os pormenores serão  discutidos durante o mesmo evento.
Além de Paula Nascimento proveniente de  Angola, a coleção exclusivamente africana da IKEA, reúne membros do Quénia, Senegal, Costa do Marfim, África do Sul, Rwanda e Egipto.
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Luanda - O Presidente José  Eduardo dos Santos ordenou ao ministério do interior a expulsão de professores turcos ligados ao colégio  Esperança Internacional, invocando “necessidade de garantir o bem- estar e a segurança dos cidadãos , num clima de paz e harmonia social a unidade e a integridade territorial, arduamente alcançada com o sacrifício do povo angolano”.
Fonte: Club-k.net
Em solidariedade ao ditador da Turquia 
A decisão consta de um decreto presidencial de Outubro de 2016, que o Club-K teve acesso,  em que José  Eduardo dos Santos autoriza o ministro da educação “a proceder ao encerramento do Colégio Esperança Internacional, na Republica de Angola, devendo acautelar a continuidade dos estudos dos alunos a outras instituições de ensino legalmente autorizadas”.
“É autorizado  o ministro do interior  a proceder ao cancelamento dos vistos dos docentes e funcionários obtidos por via do Colégio Esperança Internacional e que os seus utentes sejam  administrativamente  expulsos do país”, le-se no despacho presidencial.
Duas semanas após o PR, ter assinado o referido despacho, o Club-K havia reportado que o governo de José Eduardo dos Santos é o único na região que está a  ceder  as pressões do ditador da Turquia Recep Tayyip Erdoğan para encerrar,   o colégio Esperança Internacional, vulgo “Colégio turco de Luanda”. O mesmo pedido foi   feito a países  como África do Sul e Moçambique que entretanto rejeitaram satisfazer as vontades daquele ditador.
O ditador da Turquia suspeita que o dono desta rede de colégio internacional, Fethullah Gullen seja a pessoa que agitou o fracassado golpe de Estado ocorrido a 15 de Julho,  quando uma facção das forças armadas da Turquia usou tanques, aviões e helicópteros para tentar derruba-lo. 
Em reação, o ditador da Turquia Recep Tayyip Erdoğan solicitou a vários países com realces a regimes com a mesma características com o seu para encerrarem esta rede de colégios e expulsarem os docentes a fim de serem presos no seu país ou fuzilados. 
 Comentário do jornalista Nelson Sul d’Angola 
José Eduardo dos Santos "deixa" o poder mantendo a "sete chaves" os arquivos da barbárie do 27 de Maio de 1977, e nada ter feito para uma reconciliação de facto com as vítimas e seus familiares. O veterano militante do MPLA, Lopo do Nascimento, que por pouco, viu a sua vida por um fio, diz que o 27 de Maio é uma “ferida não sarada, que não se vê mas dói internamente”.
José Eduardo dos Santos "deixa" o poder sem perder a oportunidade de vir a contribuir na morte (por fuzilamento ou por enforcamento) de centenas de cidadãos turcos que, após verem encerrada a instituição de ensino onde leccionavam, o Colégio Turco, só por milagre não serão entregues ao "dono" da Turquia.
E perguntam-me vocês: o que é que uma coisa tem a ver com a outra? Pois é. Os factos continuam a revelar que JES e a direcção do seu partido, o MPLA, não aprenderam nada com a História.

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Luanda - No dia da tragédia no estádio 4 de Janeiro no Uíge o Presidente da FAF Artur Almeida e Silva e o seu antecessor o General Pedro de Morais Neto deslocaram-se a Joanesburgo África do Sul para uma reunião da CAF.
Fonte: Radio5
A chegada ao Hotel ambos foram assaltados por elementos armados com arma de fogo que além de levarem todos os haveres ainda molestaram o Presidente Artur Almeida.


Apesar do susto ambos encontram-se bem e aguardam por contactos com a representação diplomática de Angola para regressarem ao País visto que ficaram sem os respectivos passaportes.

A notícia foi dada pelo Presidente da FAF Artur Almeida quando falava neste Domingo ao programa desportivo a tarde da Rádio 5 onde manifestou a sua consternação pelos incidentes do Uíge que vitimaram até as últimas informações oficiais 17 pessoas que pretendiam assistir ao jogo Santa Rita de Cássia -Libolo para 1ªjornada do Girabola 2017.
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Luanda - Os membros das administrações municipais e comunais da província de Cabinda foram proibidos de prestar declarações públicas de assuntos institucionais sem a previa autorização do executivo local.
Fonte: Club-k.net
Devido a   falta de coordenação na comunicação por parte dos diversos serviços 
A decisão consta de uma ordem de serviço datada de 22 de Novembro de 2016 e assinada pela titular do poder executivo provincial, Aldina Matilde de Barros da Lomba Catembo
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“A prestação de declarações e informação institucional pelos responsáveis dos serviços executivos locais das estruturas províncias , municipais e comunais só poderá ser feita, através do órgão que presta a assessoria de comunicação social, dentro do Governo Província, ou seja, através do Gabinete de Comunicação Institucional e imprensa”, le-se no documento.
“Para o efeito, deverão as administrações municipais e comunais, bem como os diversos serviços do Governo Provincial, remeter com a devida antecedência ao serviço indicado no ponto anterior, os planos mensais de comunicação” 
A referida decisão da  governadora provincial foi impulsionada devido “a   falta de coordenação na divulgação e comunicação institucional por parte dos diversos serviços do Governo Provincial, Administrações Municipais, comunais, da atividade governativa provincial, veiculando informações, muita das vezes contrarias a própria estratégia delineada pelo executivo local, comprometendo a sua imagem”.
“o não cumprimento deste ordem de serviço determina a responsabilização disciplinar dos infratores, com as consequências dai decorrentes”, adverte o despacho governamental.