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Revista 11 | Portal de Moda & Eventos
A OPPO é o grande destaque do relatório. Além de ter crescido nada menos que 109% em relação ao 2015, a fabricante local também ficou com o modelo mais vendido, o R9, que totalizou 17 milhões de unidades, ou 4% do mercado chinês - marca histórica em vendas. OiPhone 6s ficou com a segunda posição, com 12 milhões de unidades, ou 2% do total.
O motivo para preocupação, no entanto, não é apenas a perda da liderança do modelo mais vendido. Enquanto o mercado chinês cresceu, a Apple teve queda no total de vendas em relação a 2015. No ano passado, foram vendidos 21% menos smartphones da Maçã no país, declínio superado apenas pela Xiaomi - que já avisou que não vai revelar números oficiais -, com 22% a menos.
O pódio das empresas que mais aumentaram o total de vendas tem, além da líder OPPO, aVivo (78%) e a Huawei (21%).
Atrativos no mercado chinês
O diretor de pesquisa da Counterpoint, Neil Shah, avaliou quais são os elementos-chave que o consumidor chinês busca em um smartphone quando vai comprar um aparelho. Além de destacar que o setor intermediário está em expansão no país, essas características explicam a queda da Apple no mercado:

Os recursos chave que estão direcionando o mercado de smartphone são o carregamento rápido, telas OLED, baterias maiores e câmeras duplas, que já estavam disponíveis. Mas muito disso não é oferecido pelo iPhone 6s.

O iPhone 7 Plus tem bateria maior e câmera dupla, mas está além do alcance de muitos consumidores na China por conta do preço. No iPhone 8, há rumores de que a tela OLED estará presente, o que é positivo. Acho que o próximo modelo será crucial para a Apple.

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A temporada de rumores sobre o iPhone 8 está aberta desde que a versão de 206 do smartphone da Apple foi oficializada (alguns boatos aparecerem até antes disso). Um dos mais recentes junta duas possibilidades em uma ideia só para a versão mais avançada, supostamente a que teria tela OLED.
De acordo com analistas, uma empresa europeia de semicondutores, a STMicroelectronics, fechou um negócio com a Apple que deve gerar “receitas substanciais”. A terceira maior fabricante de semicondutores da Europa forneceria mais sensores para o iPhone 2017.
A Reuters publicou essa semana que a STM anunciou os resultados de 2016 já com o anúncio desse novo negócio fechado, apesar de não ter revelado que tipo de acordo é ou com que empresa ele foi acertado.


Sensor de proximidade
Caso você não saiba, a STM já fornece um chip bem específico para o iPhone 7. Um desmanche realizado pelo site Chipworks detectou um sensor de proximidade que age como um “detector de distância preciso para a câmera de selfie”, chamado de “time-of-flight” (que pode ser traduzido para algo como “tempo de voo”), ou pela sigla ToF.
Como ele funciona, você pergunta? O Chipworks explica:

A vantagem do ToF é que ele não depende do nível de reflexo da luz, mas sim mede o tempo de viagem dos protons emitidos por um diodo laser, e esse tempo de viagem é independente da refletividade da superfície alvo.
De acordo com o site BGR, a Apple não é a única a utilizar essa tecnologia: “Só no último ano, alguns dos smartphones de elite vendidos por concorrentes também têm o ToF da STM, incluindo o Huawei P9, LG G5, ou Moto Z Force. A diferença é que essas companhias só usam o ToF para fins de localização, em vez de sensor de proximidade”.
E onde entre o iPhone 8?
Analistas especulam que a STM vai fornecer mais um sensor além do ToF para a Apple a partir do próximo iPhone. No entanto, ninguém sabe estimar com precisão que tipo de sensor seria esse, ou se seria um novo tipo de chip que englobe mais de um tipo de sensor, o que possibilitaria a diminuição da borda superior do dispositivo.
Recentemente, publicamos uma matéria sobre a possibilidade de a Apple incluir um novo sistema de reconhecimento facial a laser em seu próximo smartphone. O analista da Cowen and Company, Timothy Arcuri, acredita que esse novo recurso "poderia ser “fornecido por um novo sensor laser e um sensor infravermelho colocado perto da câmera frontal”.
Se as projeções estiverem corretas, a Apple tem tudo para inovar com o seu próximo iPhone, fornecendo uma maneira rápida e segura de desbloquear o dispositivo com reconhecimento facial. E possivelmente muito mais precisa que o leitor de iris da Samsung. A ver.